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No dia 8 de Setembro de 2017 arranquei de Viseu por volta das 22h30 num autocarro com direcção a Benidorm. Doze infinitas horas que custaram a passar mas que, assim que coloquei os pés em Benidorm, senti-me de férias. A minha viagem a Benidorm já estava planeada desde Março e esteve quase para não ser feita mas, caramba, eu precisava de uma semana de férias num destino de praia onde pudesse realmente descansar.

Fiquei alojada num hotel 3* que eu aconselho vivamente - Magic Fenicia - em regime tudo incluído e ficava a cerca de cinquenta metros da praia. O primeiro dia estava estranho, chuviscava um pouco e dei por mim a pensar que ia ter umas férias horríveis porque ia estar a chover a semana inteira e quando, durante a noite, chovia torrencialmente com direito a trovoada tive a certeza de que ia mesmo ter as minhas férias destruídas.

 
Enganei-me redondamente. O segundo dia estava perfeito bem como o resto da semana e foi a partir deste dia que, posso dizer, aproveitei ao máximo para descansar pois eu realmente precisava de umas férias assim e era a última vez que podia viajar antes de ser operada (após a operação sabia que não podia viajar durante alguns meses).


Os dias foram passados na praia esticada numa espreguiçadeira à beira-mar, ou então dentro de água muito mais tempo do que eu imaginaria ser possível, sentada numa esplanada a apreciar a confusão da avenida, passear pelas ruas de Benidorm e a socializar num bar à noite.

Benidorm é um destino bastante procurado pelo tempo quente, pela água a uma temperatura que em Portugal é conto-de-fadas, pela diversão nocturna e pelos seus preços. Mas atenção, é um destino onde se encontram imensos turistas acima dos seus sessenta anos e, para os mais sensíveis, muitas mulheres acima dessa mesma idade a fazer topless. Eu com tanto preconceito e tenho tudo no sítio e aquelas senhoras com elas já bem descaídas e a chegar ao umbigo a exibirem-se sem qualquer problema.


Ia com a intenção de ir a um parque aquático mas acabei por não o fazer. Ainda assim, dava por mim a olhar para o horizonte e a prestar atenção a uma ilha lá bem ao fundo que parecia um navio semi-afundado e me começou a intrigar um pouco. Volta e meia via um cruzeiro a ir até lá, ficar algum tempo e voltar. Decidi saber se se podia ir até lá. Resposta positiva, comprei o bilhete e lá fui eu. Primeira vez que fiz um pequeno cruzeiro em alto mar. Um bocado assustador porque aquilo abanava por todos os lados mas lá me consegui controlar e a experiência em si é bastante gratificante.


Após chegar à Ilha de Benidorm eu e os restantes passageiros descemos para um submarino - nada à espera disto!! - e demos uma pequena volta de modo a podermos ver as profundezas tão límpidas como eu nunca vi. Foi também a primeira vez que pude ter uma ideia de como é a vida animal daqueles que vivem na água e pareceu-me tudo tão calmo. Ah, vi alforrecas. Imensas aforrecas e eu nunca tinha visto nenhuma por isso eu estava mais entusiasmada com aquilo do que as crianças que estavam no mesmo submarino que eu.

A vista da Ilha para Benidorm é maravilhosa. Consegue-se ver a extensão de praia que é enorme, dividindo-se em duas grandes partes - praia do Levante e praia do Poniente. Eu fui às duas zonas e nota-se muito a diferença entre elas.

A praia do Poniente, zona onde estava o hotel onde fiquei alojada, é uma zona mais sossegada e onde se encontram pessoas mais velhas. A diversão noturna aqui é mais fraca. Na praia do Levante é onde está o pessoal mais jovem, principalmente ingleses que se topam a milhas por serem umas lagostas bêbedas nas esplanadas dos bares que funcionam o dia todo com música bem alta. É também na zona do Levante onde estão as lojinhas de recordações, restaurantes e bares entre ruas e ruelas.

Benidorm deixou uma marca no meu coração. Se te estás a perguntar quanto fica uma viagem a Benidorm nas mesmas condições em que eu fui, prepara 500€ e tens deslocação, estadia para a semana inteira e comida e bebida quanta quiseres. Desta vez eu fui de autocarro mas, numa próxima vou de avião até Alicante pois prefiro pagar um pouco mais mas fazer a viagem em 2h.

Até breve, Benidorm.

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Passei por Vigo com a minha família a caminho de Santiago de Compostela e embora tenha ficado apenas três horas na cidade não foi pela melhor razão.
Estávamos na autoestrada e eu ia no carro com os meus tios e os meus pais vinham noutro carro atrás de nós. A certo momento, nós saímos mas os meus pais seguirem em frente e desencontramos-nos. Eu ligo logo para os meus pais, a minha mãe já a entrar em transe e eu muito calma "próxima saída, saiam e quando estiverem na cidade digam onde estão que a gente vai ter com vocês".

Eu e os meus tios saímos na parte baixa da cidade e enquanto aguardávamos novidades dos meus pais andámos às voltas com o carro e do que vi, gostei da cidade embora muito mal sinalizada e uma confusão tremenda na estrada. Nisto, os meus pais ligam e dizem que estão ao pé de uma rotunda com cavalos e como eu não conhecia a cidade não tinha outra solução e tive de pedir indicações aos espanhóis. Péssima ideia. O meu espanhol não é mau mas também não é muito bom e como eles são leigos e burros e não querem perceber português, vi-me obrigada a falar espanhol.

Perguntava pela "la rotonda de caballos", eles riam-se e diziam "la plaza de españa?". Ao julgar que era a mesma coisa, respondia que sim e as indicações deles eram tão más que perguntei a mais três pessoas como chegar até essa rotunda até que lá demos com a rotunda ou vulgarmente conhecida por Plaza de España pois aí há uma avenida enorme que vai dar à baixa e é uma avenida repleta de lojas.
Lá demos conta dos meus pais e fomos ter com eles.

"Estamos sem travão de mão", chorava a minha mãe. Já não bastava eles terem-se perdido, agora o travão de mão partiu mas felizmente foi apenas da parte direita. O meu pai, muito engenhocas e teimoso, não quis ligar para a assistência em viagem e obrigou-me a ir à avenida com o meu tio procurar uma loja de ferramentas para irmos comprar uns apetrechos que eles precisava de modo a prender os cabos para que pudéssemos continuar a fazer a viagem.

Avenida enorme. Loja de ferramentas. Espanhol técnico. Zero. Aquilo só poderia dar asneiras e muito sorte tivemos nós em aquela loja estar aberta, era sábado, véspera de Páscoa e na Espanha eles levam isso muito a sério. eu bem tentava safar-me com o funcionário mas o meu tio lá conseguiu encontrar o que o meu pai precisava. Pagávamos - e bem caro - e subir outra vez a avenida é que foi duro. A correr. Começou a chover, nem eu nem o meu tio tínhamos chapéu. Apanhámos uma molha espanhola daquelas.

Felizmente o meu pai foi bem sucedido no que pretendia fazer e arranjou o travão de mão embora não estivesse totalmente seguro. Ele deixou de parar o carro em subidas ou descidas mas ainda assim, o carro andou três dias em viagem sem dar mais problemas. Uma máquina. O carro e o meu pai que merece uma salva de palmas pelo feito dele.

Com isto, só tivemos tempo de conhecer a tal rotunda que realmente é bastante bonita, a avenida, a baixa e ainda tivemos a oportunidade de ver a marina e uma zona industrial onde estavam a construir um navio (fiquei completamente fascinada).

Normalmente, uma pessoa quando viaja consegue reter mais informação dos edifícios e quer passear um pouco mas neste caso, a recordação que fica foi a aventura da família desencontrar-se e do travão de mão. Priceless.
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Quando é para viajar eu estou sempre pronta. O problema é a alimentação. Em Portugal estamos muito mal habituados. Somos bem servidos por um preço que podemos considerar barato e bem que podemos andar o resto da tarde sem comer nada que não sentimos fome.
 
Em Santiago de Compostela não foi bem assim. Pagámos muito e comemos pouco e cada vez que me lembro que um pequeno-almoço para 8 pessoas ficou a 60€ ainda sinto dor (e não fui eu que paguei).
Após a nossa visita ao centro de história de Santiago, parávamos em cada restaurante para ver preços e menus. Cada um mais pobrezinho que outro mas houve um que chamou a atenção do meu tio e acabámos por entrar nesse.

O Restaurante Ribadavia tem uma pontuação baixa no tripadvisor mas ainda assim posso dizer que comemos bem. A sopa estava maravilhosa e o bife de frango soube mesmo bem depois de um dia atribulado como aquele que a minha família teve. O menu da noite tem um custo de 10€ que contempla sopa, prato principal, sobremesa e café.

O espaço é agradável e os funcionários são simpáticos tendo em conta que estamos a falar de espanhóis e é de conhecimento geral que não são muito afáveis (ou pelo menos é a ideia que eu tenho dos espanhóis). Numa ida que façam a Santiago de Compostela e caso estejam com dúvidas entre restaurantes, penso que este irá servir-vos bem.

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A viagem a Santiago de Compostela foi o presente de aniversário que a família encontrou para oferecer à minha mãe nos seus 50 anos. Inicialmente era para ser Madrid mas depois acabámos por optar por Santiago com paragem em Vigo e no regresso fazer algumas cidades do norte do nosso país.

Uma viagem que para além de cultural foi um teste à minha família. Foram dois carros, sete pessoas, tudo adulto e tudo a querer mandar. Um desafio extremamente grande em que no final os mais velhos disseram "é muito mais fácil viajar com os filhos quando eles são pequeninos e vão para onde a gente vai e não resmungam".
 
 
Quando iniciamos a viagem o nosso destino final seria Santiago de Compostela. Tínhamos em mente chegar por volta da hora do almoço mas a nossa viagem foi atribulada até lá. Uma avaria que nos atrasou fazendo com que só tenhamos chegado a Santiago pelas 16:00. Era Março, os dias escuriam rápido e estava um tempo chuvoso o que não ajudou muito.

A cidade  é bastante conhecida por ser o destino final dos Caminhos de Santiago achava que era algo diferente ou das fotos que vi, esperava algo mais grandioso. Acredito que o facto da Catedral estar em obras tirou bastante a beleza daquele local porque ainda assim, reconheço o potencial.

A Praza do Obradoiro é muito bonita e tem a forma de um rectângulo, em que a Catedral de Santiago tem em frente o Paço de Raxoi que é a actual Câmara Municipal, do seu lado direito o Hospital dos Reis Católicos que é agora um hotel de luxo chamado Parador Museo Santiago e à esquerda o Colégio de São Jerónimo que serve actualmente de sede da reitoria da Universidade de Santiago de Compostela.

Ao entrar pelas ruelas do centro histórico as pessoas caminhavam sem pressas e paravam em todas as lojinhas. Optámos por jantar primeiro e só depois ver algumas dessas lojas. De uma delas trouxemos a Torta de Santiago que é bastante saborosa e é super simples: mistura de farinha, ovos, açúcar e amêndoas!

Após o jantar, tivemos a oportunidade de assistir à procissão da "Virgen de la Soledad" em que a Virgem é carregada por vários homens encapuzados, um pouco assustador tendo em conta que os capuzes era pretos e a noite já estava cerrada mas ainda assim, bastante interessante de se assistir.

Dizem que o facto de podermos ficar desapontados com determinado destino deve-se a vários factores que não estão relacionados directamente com os locais em si. Neste caso, acredito que tenha sido a chuva e o pouco tempo que estivemos em Santiago que me fez ficar um pouco triste com o que vi mas ainda assim quero dar uma segunda oportunidade a Santiago e quando surgir a oportunidade, tenciono voltar.
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