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Meraki

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Paris é a cidade do amor e por essa razão quando eu disse que ia a Paris com o meu irmão o pessoal torceu o nariz. "Com o teu irmão?", perguntavam amigos e familiares. Esta viagem aconteceu em Outubro de 2016, mas era para ter sido em Dezembro de 2015 em que eu e o meu irmão íamos a Paris para conhecer a cidade e assistir a um concerto. Azar dos azares, ficámos os dois doentes e não fomos. Entre activar seguro de viagem, contactar com hotel e com a companhia área, lá consegui reaver praticamente tudo e mais um voucher no valor total do bilhete de avião para utilizar no prazo de um ano (até poderia dizer qual é a companhia área mas acredito que depois há almas invejosas que vão dizem que não acontece a mais ninguém e estamos a falar de uma low-cost).


Descontente com o sucedido em Dezembro 2015, era certinho que eu o meu irmão iríamos a Paris em 2016. Marquei a data e depois foi apenas torcer para que nada de mal nos acontecesse outra vez. Felizmente, correu tudo bem! Foi uma viagem curta, de 1 a 3 de Outubro, mas foi muito bem aproveitada.
 
Partimos do Porto super cedo mas só chegámos ao centro de Paris por volta das 14h. Adianto desde já que, por mais barato que seja, o aeroporto de Beauvais é uma cruz para mim pelo simples facto de realmente ficar longe de Paris (mas isto eu já sabia).


Assim que deixámos as malas no estúdio que reservámos através da booking.com e demos início à nossa caminhada. Almoço, em primeiro lugar. Foi uma aventura encontrar algo dentro do nosso budget e como estava mesmo difícil e estávamos mesmo a morrer de fome acabámos por entrar num restaurante super chique. pedimos uma pizza para os dois e duas coca-colas. Só as bebidas custaram 4€ cada uma e foram servidas num copo de vidro. Quanto à pizza fiz questão de saber se era grande e dava para dividir pelos dois porque a mais barata custava 15€. 


Após o almoço, fomos em direcção à Torre Eiffel. São 300 metros de puro ferro que está aberto ao públicos em três pisos. Do primeiro ao segundo andar podemos subir de elevador ou de escadas e do segundo para o terceiro andar só dá de elevador. Fotografias da praxe tiradas, entrámos e pagámos o bilhete para subir as escadas. Custou 7€ cada um porque escolhemos ir só até ao segundo piso. Eu e o meu irmão, malucos e a achar que éramos super-heróis, achámos que não era assim tão complicado subir a Torre Eiffel. 704 degraus. Assim que chegámos ao primeiro andar da Torre já não sentia as pernas devido às 300 escadas que subimos para ali chegar mas aquela vista maravilhosa fez-me esquecer isso. É estonteante dar a volta à Torre e ver a cidade de Paris como eu, o meu irmão e muitos outros estavam a ver. O dia estava solarengo q.b. o que ajudou bastante.


Do primeiro para o segundo andar ainda tivemos que subir mais 404 escadas. Chegámos e aí é que percebemos o quão pequeninas eram pessoas lá em baixo. Decidimos ficar um pouco por ali, a absorver tudo o que estávamos a ver e a planear o nosso trajecto a partir dali. As nossas pernas já tremiam por todo o lado mas estávamos felizes por termos sido bem sucedidos neste desafio. Além disso, podemos sempre parar um pouco durante a subida pela Torre e olhar para a cidade entre aquele ferro todo e acreditem que olhando bem para a Torre do seu interior, é impossível não ficar de boca aberta.


A nossa visita à Torre Eiffel estava feita. Subida feita com sucesso e agora faltava descer, que custa ainda mais! Juro que não sei como saí dali viva mas foi uma experiência que um dia irei voltar a repetir!

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A principal razão da minha ida a Bordéus não foi o interesse em conhecer a cidade. Na verdade, eu escolhi a cidade de Bordéus para assistir, finalmente, a um concerto do meu cantor preferido - M. Pokora. Nascido em Estrasburgo, faz parte da minha vida há dez anos. Eu pareço uma belieber mas em versão francesa e com mais moderação.
 
Sempre foi um sonho e objectivo meu e estive a poucos dias de concretizar isso em Dezembro de 2015 só que fiquei doente e não consegui ir. Prometi a mim mesmo que assim que ele lançasse a nova tour, eu iria comprar logo o bilhete para a cidade que eu na altura achasse melhor. E desta vez, iria.
 

Em Julho de 2016 foi publicado calendário da tour My Way até Junho. Analisei os fins de semana e ponderei bem quanto à cidade. Tinha de ser um sitio fácil de chegar e de preferência que os voos fossem baratos e eu pudesse ir num dia e regressar no outro. Bordéus, dia 11 de Março de 2017, foi a escolha.

Vi o preços dos voos, achei acessíveis, mas antes de comprar os voos, comprei logo o bilhete para o concerto. Lá bem à frente. Queria puder vê-lo bem perto nesse dia! Só depois é que fiz a reserva dos voos e do hotel. Uma viagem que me ficou a 200€ (voos directos de Lisboa, hotel e bilhete do concerto).


No sábado fui para o sala de espectáculos às 19:00. O concerto estava marcado para as 20:30 mas achei melhor ir mais cedo e ainda bem que o fiz que a fila já estava bem grande mas, para minha surpresa, quando se abrem as portas, todas as pessoas caminham educadamente sem grandes pressas e chegam aos lugares que, para minha surpresa, estavam marcados. Enquanto esperava pelo início do concerto, estive sentada no lugar 31 (fila 3, lugar 1). Estava a pouco mais de uns 10 metros (ou menos) de distância do palco.

Assim que o concerto começa, toda a sala do Bordéus Patinoire se levanta, grita, assobia, bate palmas ainda sem o M. Pokora aparecer. Assim que se começa a ouvir dele e lá de trás aparece ele, o meu coração disparou. Foi das melhores sensações que eu já vivi.

Passei uma hora e meia a sorrir, a cantar, a gritar. Oh, como fui tão feliz nessa noite! Comprovei que a voz dele nos álbuns é exactamente igual ao vivo. Se eu estava com medo de ficar decepcionada, quando o ouvi tudo se dissipou porque naquele momento fiquei ainda mais fã dele.

Relativamente ao concerto em si, cores, luzes, roupa. Tudo. Tudo estava em perfeita sintonia. Dos melhores concertos que assisti. Ele faz realmente um grande espectáculo.

Vivi num sonho durante uma hora e meia. Quando o concerto acabei pensei "oh não, por favor, só mas uma vez". Regressei ao hotel felicíssima e depois de ter escolhido a fotografia que iria publicar no instagram e facebook e comecei a escrever uma pequena "descrição", as lágrimas caíram-me. Lágrimas de felicidade. Caí na real. Eu estava em Bordéus e acabei de ver o M. Pokora! Deixo aqui o texto que escrevi nessa noite, todo ele repleto de lágrimas:

"Ninguém, que seja português, o conhece e ninguém entende como é que eu gosto tanto dele. Não se explica, sente-se verdadeiramente. Sempre disse que um dia tinha de assistir a um concerto do Matt Pokora, e há ano e meio estive perto mas quando aqueles que me rodeavam diziam que era louca e me perguntavam se eu era mesmo capaz de ir ao estrangeiro por causa de um concerto de alguém que só é conhecido em países francófonos, eu dizia que sim e nunca perdi a esperança. Hoje fui louca, corajosa, aventureira, sonhadora. Hoje fui tudo aquilo que me define."
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Mesmo com a chuva decidi fazer parte da população e caminhar pela margem do rio fora. Desde a Cité du Vin até à Quai des Marques são cerca de 400 metros. Da Quai des Marques até à Pont de Pierre são quase 6 quilómetros. Mas atenção a Quai des Marques não tem esse comprimento todo, eu diria que tem cerca de 1 quilómetro.
 
Eram 10h00 quando comecei a caminhada e aos poucos começaram a aparecer pessoas a caminhar e passear os cães, pessoas a andar de patins em linhas, outras a fazer jogging e outras a andar de bicicleta. Pequeno e graúdos. Todos. Eu optei por caminhar a passo lento, para absorver tudo o que passava por mim. À chuva.
 

A Quai des Marques é a zona comercial, onde há lojas, bares e restaurantes. Se eu tivesse ficado lá durante a tarde e se estivesse sol tenho a certeza que iria ver toda esta avenida repleta de pessoas. Imaginei-me ali com os meus amigos e foi delicioso só de pensar na maravilhosa tarde de Domingo que eu poderia ter.

Para aqueles que realmente gostam de fazer caminhas, jogging ou andar de bicicleta é sem dúvida o melhor ponto de partida ou até mesmo de chegada. Fiquei apaixonada.

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Querida Cátia,

Escrevo-te esta carta para a leres de novo quando festejares o teu trigésimo aniversário. Entretanto, hoje celebras-te 26 anos e eu espero que tenhas tido um dia cheio de coisas boas. Sei como gostas de fazer anos e gostas de partilhar isso com a tua família e os teus amigos.

És uma pessoa de sonhos, projectos e estás sempre a pensar no que é melhor para ti. Este ano começaste com uma notícia menos boa e sei como o mundo te caiu em cima quando ouviste o teu cirurgião dizer que ainda não te podia operar porque pelos vistos os teus ossos continuam a crescer. É raro, mas acontece e logo por azar, aconteceu-te a ti. Mas não desanimaste. No momento em que estou a escrever esta carta, torço para que sejas operada ainda em 2017.

Espero que até aos 30 anos consigas concretizar alguns dos teus projectos e refiro-me principalmente ao curso que tanto queres fazer embora ainda estejas indecisa no local mas com certeza que vais fazer uma óptima escolha. Seja onde for, irá decerto marcar uma enorme mudança na tua vida. Desejo-te muito boa sorte!

Até aos 30 sei bem que pretendes viajar e acrescentar mais uns destinos ao teu passaporte mas também sei que também sabes definir prioridades e este ano é um daqueles anos em que tens de ser mais controlada para conseguir alcançar outros objectivos que estipulaste, não é? A vida é assim, muitas vezes temos de fazer em sacrifícios e tu és capaz de ultrapassar isso sei dificuldade.

Cátia, espero que continues rodeada com aqueles que te são importantes e que no trigésimo aniversário estejam todos juntos a festejar mais um ano de saúde, conquistas e felicidade. Até lá, que seja sempre assim.

Um beijo.
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A minha viagem a Bordéus foi super curta. Dois dias e uma noite mas mesmo assim, foi das viagens em que fui mais feliz.

A manhã de Domingo acordou chuvosa. Numa situação normal, talvez preferisse ficar no quarto mas quando estou a viagem eu não me importo de andar à chuva. Fiz o check-out, deixei a bagagem guardada no hotel e apanhei o tram, com destino à Cité du Vin. A parte boa de andar de tram é que conseguimos conhecer toda a cidade porque é um transporte que passa no meio da cidade a uma velocidade reduzida o que nos possibilita apreciar todos os locais por onde passamos.
 
 
La Cité du Vin, é uma zona da cidade Bordéus na qual existe um museu que nos conta as origens da cidade pois quando se ouve falar de Bordéus, todos fazemos a conotação para A Cidade do Vinho. É inevitável.
Infelizmente não consegui entrar no museu por falta de tempo pois daí a pouco tempo teria de voltar ao hotel, buscar a mala e ir para o aeroporto, mas do que consegui vir por fora, fiquei maravilha com toda a arquitectura nesta zona. Futurista, é a palavra que me ocorre.

Quando cheguei à estação La Cité du Vin, dei de caras com um edifício estupendo. Algo tão diferente do que eu já tinha visto antes e fiquei completamente espantada. Só tive pena que estivesse a chover porque a zona envolvente tem um pequeno parque com vista para o rio que convidava mesmo a ficar ali a ter um momento zen.

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A minha viagem a Bordéus não está na lista daquelas viagens que eu dizia e digo "vou, porque quero conhecer". Bordéus foi a cidade escolhida para poder assistir ao concerto do meu cantor preferido - M. Pokora (francês). Assim que soube a calendário da tour dele até ao mês de Junho, olhei para as datas, comprei os bilhetes de avião e do concerto. Tudo isto com um ano de antecedência. Arrisquei, porque um ano é muito tempo e eu estou um pouco embruxada quanto às viagens que faço, mas felizmente correu tudo bem.

Cheguei a Bordéus (centro da cidade) por volta das 13h do dia 11 de Março. O concerto era às 20:30 e por isso tinha algum tempo para passear. Admiro a maneira com que me desenrasco assim que aterro numa cidade estrangeira. Em Bordéus não foi diferente.

Assim que cheguei ao aeroporto, comprei o bilhete de autocarro para o centro da cidade. Uma viagem de 1h30 custou 1.50€ - nunca um bilhete de autocarro foi tão barato! Chegada à estação em Bordéus, apanhei wi-fi e vi a melhor maneira de chegar ao hotel. Fui de tram e facilmente lá cheguei. Do primeiro contacto que tive, gostei imenso. A cidade estava a impressionar-me e assim que pousei a mala no quarto e segui caminho para conhecer o máximo que conseguia, fiquei encantada.

A cidade de Bordéus é pequena, limpa e bem organizada. O sistema de transportes públicos (aspecto muito importante para quem viaja de forma low-cost) merece uma bela salva de palmas, porque está mesmo muito bem organizada e cheguei aos pontos principais bastante rápido e sem grandes complicações.

Como cheguei a um Sábado, as ruas estavam repletas de pessoas numa azáfama incrível, nos espaços verdes bem tratados estavam toalhas estendidas no chão e as pessoas com as camisolas para cima a apanhar sol, crianças a andar de skate e a jogar à bola, esplanadas (caríssimas) cheias de gente e ainda tive a sorte de haver uma festa na Place des Quinconces onde comi uma waffle detestável (que coisa mais recessa) e por ali fiquei sentada nas escadas do Monument aux Girondins a apreciar a felicidade e a diversão daquelas pessoas nos carrosséis a montanhas russas.

O tempo escasseava e quando dei conta estava na hora de regressar ao hotel, tomar um banho, comer alguma coisa e ir ao concerto pelo qual tanto ansiava. A noite acabou comigo em lágrimas de felicidade.

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A minha viagem a Dublin não estava planeada para ser feita em 2016. Na verdade, não é uma cidade que me cativasse muito a minha atenção mas depois de ter ganho um bilhete de ida e volta com a Aer Lingus que tinha de utilizar até 31 de Dezembro de 2016, não tive outra hipótese de que arranjar uma data para marcar os voos (olhem só a chatice).

Fiquei alojada em Dublin de 01 a 05 de Agosto num hostel do qual guardo boas memórias, e guardei cerca de dia e meio para a capital. Devia ter tirado mais meio dia pois ficou a faltar-me a visita ao Museu Guiness e ao Dublinia.


Estava um calor infernal quando saí de Portugal e assim que aterrei em Dublin vi logo que ia ter dias de muito frio - coisa com a qual até me dou bastante bem pois para quem caminha imenso o calor não ia ajudar em nada.


A primeira impressão que fiquei da cidade foi "cidade muito cinzenta". Não pelo tempo que estava (porque é equivalente ao de Londres e já estou habituada), mas pela arquitectura, pelas obras a decorrerem para melhorar o sistema de transportes públicos, pelo lixo na rua e pela falta de jardins.

Confesso que fiquei mesmo desiludida com a cidade mas como há tanta gente que diz que é mesmo bonita vou ter de lhe dar uma segunda oportunidade e voltar mais tarde na esperança de mudar de opinião.

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Não poderia estar mais contente. A votação online terminou e feitas as contas, o que o Meraki alcançou foi maravilhoso! Foi um crescimento gradual e bonito de se ver e tenho de agradecer a amigos, familiares e pessoal da internet (instagram e blogue) que se comprometeram a votar, que foram votando por iniciativa ou pelas lembranças que fui fazendo.

Vamos fazer uma análise muito rápida?
» Na categoria BLOG, onde o Meraki está inserido
          Em votação, estiverem 85 blogues nesta categoria. Estivemos cerca de duas semanas sem saber exactamente em que lugar estávamos mas assim que foi tudo colocado por ordem numérica, o blogue estava em 58º lugar. Saltei de alegria! Desde aí até ao final, fomos subindo aos poucos e poucos e alcançámos o 32º lugar. A meu ver, um resultado fantástico.

» No geral, juntamente com as restantes categorias
            No total, são 230 blogues. O Meraki terminou a votação em 87º lugar. Mais uma vez, um lugar muito bom.


Olhando para estes números, sinto-me feliz. Desde o início que encarei este concurso como um óptimo desafio pessoal e superou as minhas expectativas. No calendário da momondo, diz que a votação final terminou ontem e hoje começa a selecção final mas essa já é feita pelo júri. 
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E cá estou eu mais uma vez a chatear por causa do BLOGGERS OPEN WORLD AWARDS 2017. Hoje é o último dia de votações online e venho pedir a vossa ajuda uma última vez. Este desafio tem-me dado outro ânimo para continuar a partilhar com vocês as minhas viagens e melhorar a forma como chego até vocês.

Mais uma vez saliento que mesmo que tenham votado noutro dia, podem fazê-lo hoje e conto com a vossa ajuda. O blogue tem subido de lugar pouco a pouco e no lugar onde ele está neste momento é, para mim e para o blogue, uma grande conquista. Irei partilhar com vocês esse lugar depois da votação terminada.

É simples votar e só vos tira 2 segundos. Cliquem no link que está no início da publicação, coloquem o vosso nome e e-mail, aceitem as condições e enviem o vosso voto. Irá aparecer-vos um tick verde a dizer que o voto foi aceite. Fácil, não é?

Obrigada pela vossa ajuda!
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Estamos a três dias da votação online do BLOGGERS OPEN WORLD AWARDS 2017, da momondo, terminar. Tenho sido bastante persistente e volta e meio relembro pelo meu facebook pessoal, facebook do Meraki e instagram que ainda podem votar. Um voto por dia. Não custa nada. Podem colocar sempre o mesmo nome e sempre o mesmo e-mail.

Conto com a vossa ajuda também. É mesmo muito importante para mim, e para o Meraki.
Entretanto, novidades aproximam-se *.*
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Aos vossos olhos estou a ser chata mas aos meus estou a ser persistente. Tenho este objectivo de ir mais longe mas não o consigo fazer sem a vossa ajuda. Até posso não passar à fase seguinte mas ao menos estou a tentar chegar o mais longe possível.

Gostava muito que votasses no meu blogue para o BLOGGERS OPEN WORLD AWARDS 2017. E se votaste ontem ou no outro dia, podes fazê-lo hoje, amanhã e até dia 30 de Abril. Ou seja, podes votar uma vez por dia até ao fim do mês.

Uma parte engraçada deste concurso é que não temos acesso ao número de votos que cada blogue já tem e isso deixa-me um bocado na expectativa. Estou mesmo a contar com a vossa ajuda e para além do vosso voto, peço-vos que partilhem esta publicação no vosso blogue ou então que partilhem uma das publicações que tenho feito no facebook com o link directo para votação.

Obrigada mundo blogosférico <3
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Olá

Sou a Cátia, tenho 27 anos e vivo na Islândia.

Sabe mais aqui!

blog@merakitravelstheworld.com

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