
Todos nós temos aquela viagem do coração, aquela viagem que dizemos ser a viagem de uma vida que até aos 30 ou 40 anos que está na nossa to-do list à espera de ser riscada.
Eu tenho uma certa dificuldade em escolher uma viagem apenas. Talvez aquilo que mais me desafiaria seria pegar numa mochila e arrancar só com bilhete de ida para a Ásia em busca de purificar a alma. Mas pensar em fazer o Transiberiano também faz o meu coração palpitar mais rápido, tal como quando penso em um dia fazer um safari seja no Quénia ou no Bostwana. Não contente só com estes planos, também pondero no quanto seria entusiasmante fazer uma roadtrip pela América do Norte, pela Austrália ou pela Islândia.
Lá no fundo, quer seja uma viagem curta ou uma viagem mais longa, todas as viagens devem ser a viagem de uma vida porque nos moldam de alguma maneira. Ainda não publiquei no blogue a viagem que fiz a Cabo Verde mas foi, até agora, a viagem que mais me marcou pelo contraste de realidades. Em breve conto-vos tudo.











































