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Meraki

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Todos nós temos aquela viagem do coração, aquela viagem que dizemos ser a viagem de uma vida que até aos 30 ou 40 anos que está na nossa to-do list à espera de ser riscada.

Eu tenho uma certa dificuldade em escolher uma viagem apenas. Talvez aquilo que mais me desafiaria seria pegar numa mochila e arrancar só com bilhete de ida para a Ásia em busca de purificar a alma. Mas pensar em fazer o Transiberiano também faz o meu coração palpitar mais rápido, tal como quando penso em um dia fazer um safari seja no Quénia ou no Bostwana. Não contente só com estes planos, também pondero no quanto seria entusiasmante fazer uma roadtrip pela América do Norte, pela Austrália ou pela Islândia. 

Lá no fundo, quer seja uma viagem curta ou uma viagem mais longa, todas as viagens devem ser a viagem de uma vida porque nos moldam de alguma maneira. Ainda não publiquei no blogue a viagem que fiz a Cabo Verde mas foi, até agora, a viagem que mais me marcou pelo contraste de realidades. Em breve conto-vos tudo.
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A nossa viagem estava quase a chegar ao final. Arco do Triunfo, Champs-Élysées, Place de la Concorde e Catedral de Notre-Dame foram os últimos locais onde estivemos.
 
O Arco do Triunfo foi construído em homenagem às vitórias militares de Napoleão Bonaparte e nele podemos encontrar gravados os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Em volta do Arco ligam-se as avenidas Champs-Élysées, Place la Concorde e La Defense. Subimos ao topo do Arco para ter acesso a mais uma vista panorâmica e dali conseguimos ver a Torre Eiffel, e a perfeita criação e ligação das avenidas.
 

Descemos em direcção à avenida Champs-Élysées e sentia-se uma enorme vivacidade. Pessoas de um lado para o outro, umas com mais pressa do que outras, outros parados no meio da avenida a tocar e a alegrar os que por ali passavam. A meio da avenida havia uma exposição da Toyota e antes que o meu irmão dissesse alguma coisa (porque já o conheço e porque achei que seria interessante para ele), entramos e até eu fiquei deliciada com os carros. No piso superior havia um simulador e quem quisesse experimentar podia fazê-lo durante dez minutos. O meu irmão, entusiasmadíssimo, perguntou se podia ir e eu disse que sim. Foram os dez minutos mais felizes para ele, deviam ter visto a cara dele. Já eu andava louca à procura da fnac para comprar o álbum do Matt Pokora até que a encontrámos, entrámos, perdi-me e lá encontrei o que queria mas tive de perguntar a um funcionário porque estava difícil.


Parámos para almoçar num mcdonald's (o único que encontrei em Paris!), e depois de descansar um pouco seguimos a avenida até chegar à Place de La Concorde. Ali ao lado estava uma enorme tenda montada pois era a Paris Fashion Week. Infelizmente não vi nenhuma modelo nem nenhum estilista conhecido mas que realmente andavam a deambular pessoas por aquela zona com um estilo muito próprio, andavam. Dizem que a Place de La Concorde é a segunda maior praça da França sendo que a primeira é a Place des Quinconces, em Bordéus (que também já conheço). Se tiver de comparar, achei a Place des Quinconces e a sua envolvente muito mais bonita.


Terminámos o nosso passeio na Catedral de Notre-Dame. Até lá fomos de metro. Pensámos em entrar dentro da Catedral mas a fila estava enorme e acabámos por ficar cá fora durante algum tempo a observar  Catedral e a vida dos outros. O estilo gótico é um dos meus preferidos o que torna a Catedral ainda mais bela. O tempo estava a ficar escuro e avizinhava-se chuva. Conforme decidimos ir embora, uma concentração de motards passou por ali. Nunca tinha visto tantos motards como ali. O meu irmão ficou parvo e só lhe faltava saltar de alegria. Acredito que este último dia foi o mais interessante para ele.

Terminado o nosso passeio regressámos ao apartamento para preparar as malas e descansar. Ainda assim, não podemos regressar a Portugal sem voltarmos a ver a Torre Eiffel de noite. No fim de tudo, se eu estava com receio de que o meu irmão fosse uma pessoa dificil de lidar durante uma viagem, afinal correu bem e gostei da companhia dele. Em relação a Paris, não é das minhas preferidas mas um dia volto a dar-lhe uma nova oportunidade.

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Ir a Paris e não visitar o Sacre Coeur é um crime. Fica distante do centro mas através de metro, uns metros a pé e um teleférico até ao topo, torna-se um passeio agradável.

O meu irmão ficou encantado com a basílica. Situada no topo de Montmartre, que é o ponto mais alto da cidade, havia uma multidão sentada nas escadas principais até ao Sacre Coeur. Optámos por nos sentar ali um pouco depois de conhecer melhor o Sacre Coeur e darmos a volta ao mesmo. Que construção fantástica da época do românico. Com quatro cúpulas, todas elas adornadas ao mínimo detalhe e com uma cúpula central com oitenta metro de altura, é impossível deixar de olhar para a basílica. Tivemos a oportunidade de espreitar o seu interior mas como estava a decorrer uma missa, apenas nos limitamos a observar os vitrais e a decoração interior. 


Cá fora, e depois de darmos a volta ao Sacre Coeur, fomos para a escadaria e por ali ficámos. Estava um senhor a dar um espectáculo apenas para entreter o público. Dez minutos que se tornaram em vinte e embora ele repetisse tudo, as pessoas continuavam a rir porque a forma como ele se metia com os turistas era divertida.


E a vista para a cidade de Paris? Simplesmente, estupenda.

 
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Depois de chegarmos ao r/c da Torre Eiffel seguimos a nossa caminhada até ao Museu do Louvre. Já sabíamos que não iria dar para entrarmos nesse dia mas como a arte não é o forte do meu irmão também não o ia obrigar a estar dentro de um museu uma ou duas horas. Acabámos por fazer apenas um passeio sempre com o rio Sena do nosso lado direito, e desta forma também podemos observar a vida dos parisienses e dos turistas perdidos pelas ruas da cidade.

Fizemos quatro quilómetros desde a Torre Eiffel, passando pela Pont d'Alma, Pont des Invalides, Pont Alexandre III, Place de la Concorde, Pont des Arts e finalmente o Museu do Louvre. O google maps diz que este trajecto leva a 45 minutos a ser feito mas nós fizemos em mais ou menos uma hora e meia à vontade, sem pressas e com paragens pelo meio mas realmente achámos que iríamos demorar menos tempo.


Ainda assim, Paris está preparada para aqueles que, tal como eu e o meu irmão, decidem caminhar evitando os transportes públicos. Aqueles quatro quilómetros são feitos por uma avenida enorme bastante larga com espaço suficiente para peões e ciclistas. Só a caminhar é que se conhece a cidade e assim acabamos por planear melhor os restantes dias em Paris. Por exemplo, passámos pela Place de la Concorde mas decidimos voltar lá no dia a seguir porque o nosso objectivo ali era ir até ao Museu e depois voltar para o estúdio onde estávamos alojados e fazer umas pequenas compras para os nossos pequenos-almoços e lanches, já que as restantes refeições era feitas na rua. Quanto ao nosso regresso para o estúdio, aí fizemos de metro (tolos mas nem tanto, não iríamos aguentar fazer o trajecto todo a pé para trás).

Acreditem, o primeiro dia foi o nosso pior no que diz respeito a cansaço. Na noite anterior tínhamos ido para o aeroporto, passámos a noite em branco porque os bancos do aeroporto são péssimos, só chegámos a Paris pela hora do almoço, subimos a Torre Eiffel, caminhámos imenso e por isso estávamos mesmo estoirados. Às 21h (hora francesa) já estávamos de pijama prontos para dormir pois o dia a seguir iria ser bem mais comprido e tínhamos de recarregar baterias mas ainda assim fizemos questão de ver a Torre Eiffel à noite.

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Paris é a cidade do amor e por essa razão quando eu disse que ia a Paris com o meu irmão o pessoal torceu o nariz. "Com o teu irmão?", perguntavam amigos e familiares. Esta viagem aconteceu em Outubro de 2016, mas era para ter sido em Dezembro de 2015 em que eu e o meu irmão íamos a Paris para conhecer a cidade e assistir a um concerto. Azar dos azares, ficámos os dois doentes e não fomos. Entre activar seguro de viagem, contactar com hotel e com a companhia área, lá consegui reaver praticamente tudo e mais um voucher no valor total do bilhete de avião para utilizar no prazo de um ano (até poderia dizer qual é a companhia área mas acredito que depois há almas invejosas que vão dizem que não acontece a mais ninguém e estamos a falar de uma low-cost).


Descontente com o sucedido em Dezembro 2015, era certinho que eu o meu irmão iríamos a Paris em 2016. Marquei a data e depois foi apenas torcer para que nada de mal nos acontecesse outra vez. Felizmente, correu tudo bem! Foi uma viagem curta, de 1 a 3 de Outubro, mas foi muito bem aproveitada.
 
Partimos do Porto super cedo mas só chegámos ao centro de Paris por volta das 14h. Adianto desde já que, por mais barato que seja, o aeroporto de Beauvais é uma cruz para mim pelo simples facto de realmente ficar longe de Paris (mas isto eu já sabia).


Assim que deixámos as malas no estúdio que reservámos através da booking.com e demos início à nossa caminhada. Almoço, em primeiro lugar. Foi uma aventura encontrar algo dentro do nosso budget e como estava mesmo difícil e estávamos mesmo a morrer de fome acabámos por entrar num restaurante super chique. pedimos uma pizza para os dois e duas coca-colas. Só as bebidas custaram 4€ cada uma e foram servidas num copo de vidro. Quanto à pizza fiz questão de saber se era grande e dava para dividir pelos dois porque a mais barata custava 15€. 


Após o almoço, fomos em direcção à Torre Eiffel. São 300 metros de puro ferro que está aberto ao públicos em três pisos. Do primeiro ao segundo andar podemos subir de elevador ou de escadas e do segundo para o terceiro andar só dá de elevador. Fotografias da praxe tiradas, entrámos e pagámos o bilhete para subir as escadas. Custou 7€ cada um porque escolhemos ir só até ao segundo piso. Eu e o meu irmão, malucos e a achar que éramos super-heróis, achámos que não era assim tão complicado subir a Torre Eiffel. 704 degraus. Assim que chegámos ao primeiro andar da Torre já não sentia as pernas devido às 300 escadas que subimos para ali chegar mas aquela vista maravilhosa fez-me esquecer isso. É estonteante dar a volta à Torre e ver a cidade de Paris como eu, o meu irmão e muitos outros estavam a ver. O dia estava solarengo q.b. o que ajudou bastante.


Do primeiro para o segundo andar ainda tivemos que subir mais 404 escadas. Chegámos e aí é que percebemos o quão pequeninas eram pessoas lá em baixo. Decidimos ficar um pouco por ali, a absorver tudo o que estávamos a ver e a planear o nosso trajecto a partir dali. As nossas pernas já tremiam por todo o lado mas estávamos felizes por termos sido bem sucedidos neste desafio. Além disso, podemos sempre parar um pouco durante a subida pela Torre e olhar para a cidade entre aquele ferro todo e acreditem que olhando bem para a Torre do seu interior, é impossível não ficar de boca aberta.


A nossa visita à Torre Eiffel estava feita. Subida feita com sucesso e agora faltava descer, que custa ainda mais! Juro que não sei como saí dali viva mas foi uma experiência que um dia irei voltar a repetir!

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A principal razão da minha ida a Bordéus não foi o interesse em conhecer a cidade. Na verdade, eu escolhi a cidade de Bordéus para assistir, finalmente, a um concerto do meu cantor preferido - M. Pokora. Nascido em Estrasburgo, faz parte da minha vida há dez anos. Eu pareço uma belieber mas em versão francesa e com mais moderação.
 
Sempre foi um sonho e objectivo meu e estive a poucos dias de concretizar isso em Dezembro de 2015 só que fiquei doente e não consegui ir. Prometi a mim mesmo que assim que ele lançasse a nova tour, eu iria comprar logo o bilhete para a cidade que eu na altura achasse melhor. E desta vez, iria.
 

Em Julho de 2016 foi publicado calendário da tour My Way até Junho. Analisei os fins de semana e ponderei bem quanto à cidade. Tinha de ser um sitio fácil de chegar e de preferência que os voos fossem baratos e eu pudesse ir num dia e regressar no outro. Bordéus, dia 11 de Março de 2017, foi a escolha.

Vi o preços dos voos, achei acessíveis, mas antes de comprar os voos, comprei logo o bilhete para o concerto. Lá bem à frente. Queria puder vê-lo bem perto nesse dia! Só depois é que fiz a reserva dos voos e do hotel. Uma viagem que me ficou a 200€ (voos directos de Lisboa, hotel e bilhete do concerto).


No sábado fui para o sala de espectáculos às 19:00. O concerto estava marcado para as 20:30 mas achei melhor ir mais cedo e ainda bem que o fiz que a fila já estava bem grande mas, para minha surpresa, quando se abrem as portas, todas as pessoas caminham educadamente sem grandes pressas e chegam aos lugares que, para minha surpresa, estavam marcados. Enquanto esperava pelo início do concerto, estive sentada no lugar 31 (fila 3, lugar 1). Estava a pouco mais de uns 10 metros (ou menos) de distância do palco.

Assim que o concerto começa, toda a sala do Bordéus Patinoire se levanta, grita, assobia, bate palmas ainda sem o M. Pokora aparecer. Assim que se começa a ouvir dele e lá de trás aparece ele, o meu coração disparou. Foi das melhores sensações que eu já vivi.

Passei uma hora e meia a sorrir, a cantar, a gritar. Oh, como fui tão feliz nessa noite! Comprovei que a voz dele nos álbuns é exactamente igual ao vivo. Se eu estava com medo de ficar decepcionada, quando o ouvi tudo se dissipou porque naquele momento fiquei ainda mais fã dele.

Relativamente ao concerto em si, cores, luzes, roupa. Tudo. Tudo estava em perfeita sintonia. Dos melhores concertos que assisti. Ele faz realmente um grande espectáculo.

Vivi num sonho durante uma hora e meia. Quando o concerto acabei pensei "oh não, por favor, só mas uma vez". Regressei ao hotel felicíssima e depois de ter escolhido a fotografia que iria publicar no instagram e facebook e comecei a escrever uma pequena "descrição", as lágrimas caíram-me. Lágrimas de felicidade. Caí na real. Eu estava em Bordéus e acabei de ver o M. Pokora! Deixo aqui o texto que escrevi nessa noite, todo ele repleto de lágrimas:

"Ninguém, que seja português, o conhece e ninguém entende como é que eu gosto tanto dele. Não se explica, sente-se verdadeiramente. Sempre disse que um dia tinha de assistir a um concerto do Matt Pokora, e há ano e meio estive perto mas quando aqueles que me rodeavam diziam que era louca e me perguntavam se eu era mesmo capaz de ir ao estrangeiro por causa de um concerto de alguém que só é conhecido em países francófonos, eu dizia que sim e nunca perdi a esperança. Hoje fui louca, corajosa, aventureira, sonhadora. Hoje fui tudo aquilo que me define."
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Mesmo com a chuva decidi fazer parte da população e caminhar pela margem do rio fora. Desde a Cité du Vin até à Quai des Marques são cerca de 400 metros. Da Quai des Marques até à Pont de Pierre são quase 6 quilómetros. Mas atenção a Quai des Marques não tem esse comprimento todo, eu diria que tem cerca de 1 quilómetro.
 
Eram 10h00 quando comecei a caminhada e aos poucos começaram a aparecer pessoas a caminhar e passear os cães, pessoas a andar de patins em linhas, outras a fazer jogging e outras a andar de bicicleta. Pequeno e graúdos. Todos. Eu optei por caminhar a passo lento, para absorver tudo o que passava por mim. À chuva.
 

A Quai des Marques é a zona comercial, onde há lojas, bares e restaurantes. Se eu tivesse ficado lá durante a tarde e se estivesse sol tenho a certeza que iria ver toda esta avenida repleta de pessoas. Imaginei-me ali com os meus amigos e foi delicioso só de pensar na maravilhosa tarde de Domingo que eu poderia ter.

Para aqueles que realmente gostam de fazer caminhas, jogging ou andar de bicicleta é sem dúvida o melhor ponto de partida ou até mesmo de chegada. Fiquei apaixonada.

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Querida Cátia,

Escrevo-te esta carta para a leres de novo quando festejares o teu trigésimo aniversário. Entretanto, hoje celebras-te 26 anos e eu espero que tenhas tido um dia cheio de coisas boas. Sei como gostas de fazer anos e gostas de partilhar isso com a tua família e os teus amigos.

És uma pessoa de sonhos, projectos e estás sempre a pensar no que é melhor para ti. Este ano começaste com uma notícia menos boa e sei como o mundo te caiu em cima quando ouviste o teu cirurgião dizer que ainda não te podia operar porque pelos vistos os teus ossos continuam a crescer. É raro, mas acontece e logo por azar, aconteceu-te a ti. Mas não desanimaste. No momento em que estou a escrever esta carta, torço para que sejas operada ainda em 2017.

Espero que até aos 30 anos consigas concretizar alguns dos teus projectos e refiro-me principalmente ao curso que tanto queres fazer embora ainda estejas indecisa no local mas com certeza que vais fazer uma óptima escolha. Seja onde for, irá decerto marcar uma enorme mudança na tua vida. Desejo-te muito boa sorte!

Até aos 30 sei bem que pretendes viajar e acrescentar mais uns destinos ao teu passaporte mas também sei que também sabes definir prioridades e este ano é um daqueles anos em que tens de ser mais controlada para conseguir alcançar outros objectivos que estipulaste, não é? A vida é assim, muitas vezes temos de fazer em sacrifícios e tu és capaz de ultrapassar isso sei dificuldade.

Cátia, espero que continues rodeada com aqueles que te são importantes e que no trigésimo aniversário estejam todos juntos a festejar mais um ano de saúde, conquistas e felicidade. Até lá, que seja sempre assim.

Um beijo.
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A minha viagem a Bordéus foi super curta. Dois dias e uma noite mas mesmo assim, foi das viagens em que fui mais feliz.

A manhã de Domingo acordou chuvosa. Numa situação normal, talvez preferisse ficar no quarto mas quando estou a viagem eu não me importo de andar à chuva. Fiz o check-out, deixei a bagagem guardada no hotel e apanhei o tram, com destino à Cité du Vin. A parte boa de andar de tram é que conseguimos conhecer toda a cidade porque é um transporte que passa no meio da cidade a uma velocidade reduzida o que nos possibilita apreciar todos os locais por onde passamos.
 
 
La Cité du Vin, é uma zona da cidade Bordéus na qual existe um museu que nos conta as origens da cidade pois quando se ouve falar de Bordéus, todos fazemos a conotação para A Cidade do Vinho. É inevitável.
Infelizmente não consegui entrar no museu por falta de tempo pois daí a pouco tempo teria de voltar ao hotel, buscar a mala e ir para o aeroporto, mas do que consegui vir por fora, fiquei maravilha com toda a arquitectura nesta zona. Futurista, é a palavra que me ocorre.

Quando cheguei à estação La Cité du Vin, dei de caras com um edifício estupendo. Algo tão diferente do que eu já tinha visto antes e fiquei completamente espantada. Só tive pena que estivesse a chover porque a zona envolvente tem um pequeno parque com vista para o rio que convidava mesmo a ficar ali a ter um momento zen.

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A minha viagem a Bordéus não está na lista daquelas viagens que eu dizia e digo "vou, porque quero conhecer". Bordéus foi a cidade escolhida para poder assistir ao concerto do meu cantor preferido - M. Pokora (francês). Assim que soube a calendário da tour dele até ao mês de Junho, olhei para as datas, comprei os bilhetes de avião e do concerto. Tudo isto com um ano de antecedência. Arrisquei, porque um ano é muito tempo e eu estou um pouco embruxada quanto às viagens que faço, mas felizmente correu tudo bem.

Cheguei a Bordéus (centro da cidade) por volta das 13h do dia 11 de Março. O concerto era às 20:30 e por isso tinha algum tempo para passear. Admiro a maneira com que me desenrasco assim que aterro numa cidade estrangeira. Em Bordéus não foi diferente.

Assim que cheguei ao aeroporto, comprei o bilhete de autocarro para o centro da cidade. Uma viagem de 1h30 custou 1.50€ - nunca um bilhete de autocarro foi tão barato! Chegada à estação em Bordéus, apanhei wi-fi e vi a melhor maneira de chegar ao hotel. Fui de tram e facilmente lá cheguei. Do primeiro contacto que tive, gostei imenso. A cidade estava a impressionar-me e assim que pousei a mala no quarto e segui caminho para conhecer o máximo que conseguia, fiquei encantada.

A cidade de Bordéus é pequena, limpa e bem organizada. O sistema de transportes públicos (aspecto muito importante para quem viaja de forma low-cost) merece uma bela salva de palmas, porque está mesmo muito bem organizada e cheguei aos pontos principais bastante rápido e sem grandes complicações.

Como cheguei a um Sábado, as ruas estavam repletas de pessoas numa azáfama incrível, nos espaços verdes bem tratados estavam toalhas estendidas no chão e as pessoas com as camisolas para cima a apanhar sol, crianças a andar de skate e a jogar à bola, esplanadas (caríssimas) cheias de gente e ainda tive a sorte de haver uma festa na Place des Quinconces onde comi uma waffle detestável (que coisa mais recessa) e por ali fiquei sentada nas escadas do Monument aux Girondins a apreciar a felicidade e a diversão daquelas pessoas nos carrosséis a montanhas russas.

O tempo escasseava e quando dei conta estava na hora de regressar ao hotel, tomar um banho, comer alguma coisa e ir ao concerto pelo qual tanto ansiava. A noite acabou comigo em lágrimas de felicidade.

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A minha viagem a Dublin não estava planeada para ser feita em 2016. Na verdade, não é uma cidade que me cativasse muito a minha atenção mas depois de ter ganho um bilhete de ida e volta com a Aer Lingus que tinha de utilizar até 31 de Dezembro de 2016, não tive outra hipótese de que arranjar uma data para marcar os voos (olhem só a chatice).

Fiquei alojada em Dublin de 01 a 05 de Agosto num hostel do qual guardo boas memórias, e guardei cerca de dia e meio para a capital. Devia ter tirado mais meio dia pois ficou a faltar-me a visita ao Museu Guiness e ao Dublinia.


Estava um calor infernal quando saí de Portugal e assim que aterrei em Dublin vi logo que ia ter dias de muito frio - coisa com a qual até me dou bastante bem pois para quem caminha imenso o calor não ia ajudar em nada.


A primeira impressão que fiquei da cidade foi "cidade muito cinzenta". Não pelo tempo que estava (porque é equivalente ao de Londres e já estou habituada), mas pela arquitectura, pelas obras a decorrerem para melhorar o sistema de transportes públicos, pelo lixo na rua e pela falta de jardins.

Confesso que fiquei mesmo desiludida com a cidade mas como há tanta gente que diz que é mesmo bonita vou ter de lhe dar uma segunda oportunidade e voltar mais tarde na esperança de mudar de opinião.

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