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Meraki

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Tal como tantos outros viajantes, procuro sempre fazer uma viagem que seja o mais barata possível. Não estipulo logo um budget mas trabalho-o de acordo com a pesquisa que estou a fazer e se for preciso, então pondero alargar um bocadinho mais tendo sempre em conta que depois no destino acabo sempre por gastar algum dinheiro que, mesmo previamente, podemos ver onde poupar! É a pensar no antes e no durante a viagem que partilho com vocês algumas dicas que aprendi por experiência própria:

- Combinação de datas: há quem marque as férias primeiro e depois é que pensa nos destinos. Eu sou um bocado ao contrário. Eu penso nos destinos, vejo várias datas e depois é que marco as férias. O facto de também ter alguma flexibilidade para marcar férias ajuda bastante. No entanto, caso não tenham tanta flexibilidade há sempre uma maneira de contornar isto e resume-se a evitarem épocas altas. Evitem o fim de Junho, Julho, Agosto e primeira quinzena de Setembro. No caso de ser completamente impossível, então procurem marcar as férias com antecedência.

- Voos baratos: eu não me importo de gastar um bocadinho mais nos voos se os horários o justificarem. Imaginando que tenho uma ida ao fim do dia e um regresso logo de manhã e no total fica a 100€, penso duas vezes e prefiro pagar 140€ para ir no primeiro voo do dia e regressar no voo mais tarde possível. A ideia é também aproveitar ao máximo o destino porque normalmente não faço viagens que durem muito mais do que 4 a 5 dias. Além disso, não é obrigatório ir e vir com a mesma companhia área. Muitas vezes, fazer combinação de companhias fica mais barato e compensa por causa dos horários. O mesmo se aplica a aeroportos. Se a cidade para onde quero ir ter três ou quatro aeroportos, não me importo de chegar a um e partir de outro.

- Transportes públicos: não utilizo táxi nem uber nos destinos que visito. Utilizo metro, tram, comboio, autocarro, o que for. É muito mais barato e é uma boa forma de nos misturarmos com a comunidade e deixamos de ser apenas "tourists" para ser "travellers".

- Andar a pé: as sapatilhas são o meu calçado preferido quando viajo. Adoro caminhar quando estou em viagem e acabo até por caminhar mais do que utilizar transportes públicos. Para além de poupar, conheço muito melhor os locais.

- Pesquisa prévia online: antes de chegar ao destino, procuro sempre qual a melhor forma de me deslocar, que tipo de passes existem, que tipo de descontos eu posso utilizar. No caso de haver um ou outro museu que quero muito conhecer que seja pago, se tiver a oportunidade de comprar o bilhete online faço-o pois normalmente fica um pouco mais barato e evito filas no local.

- Comer em locais baratos: em todo o lado existe um Mcdonald's ou um Burguer King. Ou um Starbucks ou um outro café qualquer que vende umas sandes bem catitas a um preço acessível. Confesso que quando viajo não tenho muito apetite e admito que é nas refeições que gasto mesmo muito pouco dinheiro.

- Hostel/Apartamento: ainda não tive a oportunidade de experimentar o AirBnB, mas já fiquei em hotéis e em hostels. A primeira experiência que tive de hostel foi em Dublin que me custou 10€ por noite e eu fiquei 5 noites. Optei por ficar num quarto misto com 12 camas e uma cama de banho a partilhar pelos 12. Não me fez muita confusão porque também tive a sorte dos restantes serem pessoas limpas e organizadas. Além disso foi uma experiência super interessante pois conheci muitas pessoas que andavam a viajar pela Europa com o namorado/a namorada ou sozinhos. Dependendo dos casos e se viajar sozinha, não me importo de repetir a experiência. Se for acompanhada, e dependendo de quem seja, talvez aí opte por um hotel mas para mim desde que tenha pequeno-almoço, tenha bom aspecto e seja limpo é o ideal. Não sou muito exigente neste aspecto e nem posso, tendo em conta que nunca gasto muito dinheiro em alojamento mas dou muita importância à localização do mesmo. Também já fiquei num estúdio, em Paris, com o meu irmão e foi uma experiência muito boa. Ficou super barato e tínhamos uma cozinha equipada e aproveitámos isso para comprar alguns ingredientes para podermos fazer o pequeno-almoço e preparar os lanches para evitar gastar dinheiro em cafés.

- Evitar cartão de crédito: costumo levar comigo algum montante que acho ser suficiente para as minhas andanças durante a viagem. Apenas utilizo o cartão de crédito caso esse dinheiro seja gasto e precise mesmo de mais algum. O facto de preferir andar com dinheiro é uma forma de controlar melhor os gastos.

- Lista de compras: levo sempre algum dinheiro a contar com a compra dos souvenirs. É mais forte do que eu, preciso sempre de trazer alguma coisa! Íman para o frigorífico é mais do que certo. Mas depois acabo por gostar de mais uma ou outra coisa e trago.
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Tal como aconteceu na Ilha do Sal, também tive a oportunidade de conhecer a realidade da Ilha da Boavista e devo diz que é ainda mais chocante do que no Sal. Ruínas, casas em pedra amontoada, edifícios a envelhecer por não serem restaurados, quilómetros de deserto onde não se vê uma árvore nem uma poça de água. Em Portugal isto vê-se nas aldeias onde já não vive ninguém e, quando há, ninguém os tira da terra deles até eles morrerem.

Já disse várias vezes e repito as que forem precisas: eu gosto de ir a um destino e conhecer a realidade do mesmo. Quando soube que ia a Cabo Verde sempre tive em mente que ia ver pobreza mas acreditem, nunca pensei que ia ver tanta! Foi mesmo um abre-olhos.


Tiro o chapéu a todos os cabo-verdianos que conseguem vingar na vida com o pouco que sempre tiveram. Gabo a cultura cabo-verdiana que mesmo com todas as dificuldades que têm na vida são pessoas felizes. Cruzei-me com muitas pessoas e todas elas sempre com um sorriso na cara sem medo de serem julgadas por isso. Em Portugal dizemos "olá" com cara de poucos amigos e se sorrirmos somos vítimas de mau-olhado. 


Foi na ilha da Boavista que pude conversar mais com as pessoas e que ficaram no meu coração tais como o nosso guia que teve uma paciência incrível para nos aturar e é uma excelente pessoa que tem tudo para chegar longe, a menina responsável pelas vendas da cadeia hoteleira onde estivemos alojados que não tem uma vida fácil mas o sorriso dela era encantador, o funcionário do bar super simpático mas atrevido que estava a ir na cantiga de duas inglesas que só tiravam fotografias quase deitadas no bar e a apertarem o peito para ficar mais saliente e ele dizia-nos "elas querem conversa então eu dou!", o funcionário do restaurante que me abordou enquanto eu estava a escolher o que ia comer que disse que eu era muito bonita e pediu uma maça assada à cozinha porque eu estava doente e levou-me à mesa, as duas meninas que na discoteca "Monster" me ensinaram a dançar como elas e, por último, o rapaz altíssimo que passou praticamente a noite toda a pedir-me para dançar com ele mas eu recusei sempre.

Até breve, Cabo Verde.
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A Ilha da Boavista é a terceira maior ilha de Cabo Verde mas é mais deserta que a Ilha do Sal. Deserta no sentido de não haver vegetação sendo o castanho a cor predominante. O turismo na Ilha da Boavista é recente e os resort ainda são poucos.


Quando um turista procura a Ilha da Boavista a intenção é passar férias dentro do resort. Na minha opinião, nem acabam por ser turistas porque o hotel não é um monumento. No entanto, uma vez que a maior parte das pessoas preferem ficar no resort, faz com que os passeios que fazemos fora dele sejam mais interessantes. Tive essa oportunidade e começamos o dia por ir à Praia de Sta. Mónica e às dunas.


Se até agora a Praia de Sta. Mónica é uma praia deserta que poucas pessoas desconhecem (excepto habitantes), já se vêm construções de hotéis na primeira linha da praia e fiquei a saber que serão de cadeia hoteleiras de renome o que significa que quando quiserem ficar lá alojados vão ter de pagar bem. A praia é maravilhosa, o mar é mais calmo e a água é aquele azul-esverdeado e mais quente aqui do que na Ilha do Sal. Enquanto não fica apinhado de turistas, é um óptimo lugar para se aproveitar uma tarde sem stress, mesmo à moda cabo-verdiana.


Fizemos esta excursão de jipe mas acredito que seja muito mais emocionante fazê-lo de moto-4. Deixo-vos aqui a dica. Da praia às dunas é um instante e eu, que nunca vi nada do género, adorei! Quer dizer, eu já vi dunas mas normalmente estão todas sujas e cheias de ervas. Aqui é diferente. É mais natural, mais genuíno, vê-se que poucas pessoas passam por ali e as que passam respeitam o que vêm.

Já vos disse que Cabo Verde ficou mesmo no meu coração?
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A cidade de Santa Maria fica no sul da Ilha do Sal e é aqui que estão concentrados a maior parte dos melhores hotéis-resort. É também em Santa Maria que estão as mais belas praia da ilha. No entanto, a praia que eu mais gostei não tinha turistas. A primeira fotografia e esta segunda foram tiradas numa praia onde só havia turistas.
 

Uma seca, certo? Pois, como se costuma dizer "Em Roma, sê Romano", eu em Cabo Verde preferi dar valor às tradições deles. Qual praia com turistas, qual quê. Eu e mais uns colegas com quem fui nesta viagem decidimos ir todos até ao pontão de Santa Maria. Aqui sim, é a alegria total! A primeira aventura começou dentro do táxi. As duas colegas que foram comigo, disseram "vai tu à frente que estás mais gira e pode ser que ele nos faça um desconto quando for para pagar". Loucas! O que é certo é que pagámos 4€ por todas e os colegas que foram noutro táxi pagaram 6€. Muahaha, resultou eu ir à frente.


É no pontão de Santa Maria que todas as manhãs chega peixe fresco que é ali negociado e vendido. Em toda a marginal, existem bares e restaurantes de várias especialidades. Torna-se um passeio bonito de se fazer mas a vida aqui é mais genuína. Vê-se mais habitantes do que turistas e é disso que eu gosto.


A praia aqui tem mais vida. Era Domingo à tarde, famílias e amigos juntavam-se todos e por ali ficam até ao pôr-do-sol. O mar aqui também é mais calmo e aquele azul-esverdeado é maravilhoso. Dá mesmo vontade de entrar dentro de água mas acreditem que não estava assim tão quente como dizem que costuma estar (eu ainda molhei os pés). Também fui em Maio, normalmente é a partir de Junho que a água fica mais quentinha.


Passámos algum tempo no pontão pois ficámos deliciados com a alegria das crianças a saltarem para o mar, a subir as escadas e a repetir tudo de novo. Mais engraçado é que entre elas competiam e viam quem fazia o melhor salto. Os rapazes do meu grupo decidiram alinhar e juntaram-se a elas. Foi ver sorrisos de orelha a orelha nas crianças por terem mais pessoas a brincarem com elas.


Santa Maria tem um cantinho especial no meu coração. As pessoas são tão alegres, tão genuínas. É impossível não nos sentirmos contagiados. Quando damos por nós, estamos a sorrir como nunca antes o fizemos. Mesmo que eu não tenha ido ao mar, mesmo que não tenha brincado com as crianças, senti-me extremamente feliz.

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O mundo da aviação tem sofrido tantas alterações que muitas nos fazem pensar seriamente sobre o assunto. Companhias aéreas que declaram falência, outras cancelam imensos voos, outras informam e ameaçam também o cancelamento de rotas, as condições das tarifas são cada vez mais restritivas, já é hábito reduzir o limite de peso das bagagens de mão e de porão e agora, a Finnair informa que vai começar a pesar os passageiros com a sua bagagem de mão no momento do check-in, segundo diz a revista Volta ao Mundo.

A Finnair, companhia aérea finlandesa, justifica esta medida com o intuito de "agilizar os custos operacionais quando se trata de abastecer os aviões". Isto vai criar polémica porque muitos passageiros não vão conseguir perceber a lógica que isto tem mas, na verdade, tem muita. O mundo da aviação é muito mais complexo do que se pensa. Só será pesado quem aceitar mas tenho a certeza que os colegas que estão no balcão do check-in vão ter de dispensar algum tempo aos passageiros mais intransigentes explicando que um avião não se mantém no ar só através da física e engenharia.

A somar à física e à engenharia necessárias, o avião também se mantém no ar através do peso e esse inclui os passageiros e as bagagens. Tem de estar tudo em conformidade, são números que não podem falhar porque isso pode trazer também problemas na segurança. Isto leva-nos à questão do combustível pois este não é só calculado mediante a rota, a duração do voo e a velocidade a que o avião irá. O combustível que é colocado no avião tem por base também o peso que o avião vai levar. É simples: mais peso = mais combustível. É aqui que aparece a história dos tais custos operacionais. Quanto mais combustível é colocado no avião, mais custos a companhia aérea terá e, como isto é um ciclo, aqui surge a contabilidade que irá analisar se o preço do bilhete que é cobrado por passageiro cobre esses custos e ainda traz lucro à empresa porque isto é como tudo na vida, não andamos a trabalhar para aquecer e se não houver lucro é natural que o preços dos bilhetes subam.

Ao ler a notícia acima não achei que fosse nada de outro mundo. Não é algo que será feito para sempre, pois a intenção é também actualizar dados pois as últimas estimativas foram feitas há oito anos e oito anos no mundo da aviação é demasiado tempo. No entanto, não duvido que muitas companhias aéreas adoptem a mesma medida e já quase que consigo ler os comentários das pessoas a dizer que isto é ridículo.  Aliás, enquanto preparava esta publicação, os comentários relativamente à notícia da Finnair começaram a surgir  deixo-vos aqui o link da publicação no facebook para os poderem ler.
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Não sou a primeira mas também não serei a última a escrever algo deste género. O facto de eu viajar "fisicamente" e "virtualmente" levou-me a aprender alguns truques para poupar ao máximo e poder fazer uma viagem o mais barata possível. Se és um leigo puro nestas andanças, talvez esta publicação seja a ideal para ti:
- Datas da viagem -  O ideal é poder marcar com flexibilidade a viagem pois isso acaba por ajudar a encontrar os dias mais baratos para se viajar poupando imenso logo nos bilhetes de avião. O mesmo não acontece se só podes mesmo viajar naqueles dias específicos.
- Marcar com antecedência - Esta história de "last minute" já está mais do que ultrapassada e em três anos que trabalho constantemente com viagens, corre sempre mal! Ou não há nada ou um bilhete para os Açores que pode custar 70€ ida e volta se reservado com antecedência então à ultima hora pode chegar aos 350€ ou mais. Sim, já vi isto acontecer! Claro que há muitas pessoas que nem sempre podem marcar com antecedência mas, havendo essa possibilidade então, por favor, para o bem das vossas carteiras, reservem. Agora perguntas com quanto tempo de antecedência deves reservar. Isso é uma decisão pessoa, tentares perceber o mercado e qual a época em que queres fazer a viagem. Exemplo: supondo que gostarias de ir a Veneza para aproveitar o feriado do 25 de Abril. Se calhar aconselho a reservar entretanto pois sendo feriado em Portugal, significa que vai haver mais procura e Veneza é um destino que tem bastante, seja em que época for. Por outro lado, se ainda não reservaste nada para o Fim-de-Ano, então talvez seja boa ideia começar a pensar nisso!
- O que marcar primeiro? - Os bilhetes de avião. No entanto, isso não implica que não analises a oferta do alojamento para as datas em que queres viajar. Se vires que no geral está tudo dentro do orçamento, então primeiro reservas os voos e depois pensas no alojamento com mais calma.
- Pesquisa em anónimo, limpa cookies e histórico - Já te aconteceu estares a ver uns voos na Ryanair ou na Easyjet (são as companhias em que isto mais acontece), achares que estão baratos mas pensas com os teus botões que se calhar eles vão descer mais (és tão crente) e voltas lá mais tarde ou no dia a seguir e bolas, estão mais caros? Isso acontece porque as companhias áreas usam uma ferramenta para rastrear o IP do computador que utilizas e quanto mais vezes vires aqueles datas mais probabilidade existe das companhias aumentarem os preços. Por isso, antes de fazer qualquer pesquisa, limpa o histórico e as cookies e faz a pesquisa em anónimo e evita fazer a pesquisa várias vezes. Exemplo: já me aconteceu ver num computador um voo a 90€ e quando cheguei a casa fiz a mesma pesquisa e estava a 50€.
- A questão das tarifas não reembolsáveis - Sejam Low-Cost ou até mesmo a TAP ou outras companhias de bandeira, todas elas têm tarifas mais baratas que não são reembolsáveis o que significa que caso não dê para fazeres a viagem, é dinheiro que perdes. Mas o que podes não saber é que a maior parte delas dá a possibilidade de alterar para novas datas mediante o pagamento de uma penalização mais a diferença tarifária dessas datas. Às vezes fica mais barato comprar novos bilhetes. Imaginando que compraste um bilhete a 120€ mas precisas de mudar a data, supondo que para as novas datas o bilhete custa 140€ e a penalização custa 70€, então tens de pagar 90€ para alterar o bilhete. Relativamente aos hotéis já é mais complicado pois eles acabam por ser mais rígidos nesta questão.
- Onde reservar o hotel? - Existem inúmeros sites onde podes reservar hotéis e aquele que recomendo é a booking.com. Cuidado com o trivago, pois o facto de darem o melhor preço às vezes não é exactamente aquilo que querem porque pode não ter pequeno-almoço incluído, o quarto pode ser com casa de banho partilhada ou então quando vais a avançar na reserva cobram-te taxas de cartão de crédito. O que podes fazer é comparar com a booking.com e depois a decisão final é tua. Quanto à publicidade de cancelares gratuitamente atenção porque nem todas as tarifas são assim. Em alguns hotéis podes, de facto, cancelar gratuitamente até X, ou pagas logo 30% que não voltas a ver se cancelares a reserva depois, ou então são tarifas não reembolsáveis que pagas logo tudo.
- Melhor site para comprar bilhetes de avião - Por experiência, não há nada mais seguro do que comprar directamente no site oficial da companhia área. Por inúmeras razões mas para aqui posso enumerar o facto de teres mais segurança e apoio caso necessites de alguma ajuda.


Não me lembrando de mais, espero que estas dicas vos ajudem. Se mais tarde me lembrar de outras, partilho com vocês oportunamente.
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A dez minutos de Palmeira fica a Buracona e o Olho d'Água. São dos lugares mais belos da Ilha do Sal, onde nada ali é árido. A Buracona é uma piscina natural que se formou numa rocha vulcânica com a ajuda força do mar mas tem os seus truques. Para além de ser aconselhado andar de sapatilhas pois tudo ali é escorregadio, se a ideia é saltar para a piscina é preciso saber como saltar. Em todo o redor da piscina natural existem espécies marinhas venenosas que é de evitar tocar e por isso, ao saltar, tem de ser mais para o meio possível e manter-se pelo meio até sair da piscina. Os mais corajosos saltaram mas eu e mais uns colegas preferimos jogar pelo seguro e ficámos apenas a ver.


Mesmo ao lado da Buracona, está o Olho d'Água, um tesouro e uma verdadeira relíquia da natureza. O Olho d'Água não é nada mais nada menos do que uma espécie de caverna sub-aquática com muitos metros de profundidade que, a determinada hora e quando existem raios solares, forma-se um olho azul clarinho completamente hipnotizante. No entanto, não é ideal para quem sofre de vertigens pois para conseguirmos ver bem o Olho d'Água temos de desafiar alguns medos, aproximando-nos ao máximo da aberta da rocha que não está protegida, e depois é preciso inclinar-nos um pouco para conseguir ver bem aquele fenómeno. Digo-vos, aquele azul é algo estonteante.



Depois de termos tido contacto com belezas naturais como estas, fomos para o deserto. Sabem aquela história que toda a gente conta de quem anda no deserto e tem sede começa a ver água lá ao fundo e então vai até lá mas acaba por nunca chegar até à água? Pois eu agora percebo! Passámos pelo deserto de jipe e não vimos nem uma pequena poça com água mas, quando chegámos a uma zona onde havia um pequeno bar (vejam lá, um bar no meio do deserto!), o guia pediu-nos para olharmos para o horizonte numa determinada direcção.


Não demorou muito até começar a ver a tão famosa miragem! Água! Água lá ao bem ao longe. Eu tentei tirar fotografias com alguma qualidade de maneira a que a miragem fosse captada. Como eu só tenho a câmara fotográfica do meu telemóvel também não posso pedir muito mas eu acho que se olharem bem para as duas próximas fotos, conseguem vê-la!


Nem imaginam o quanto eu estou chateada por me aperceber que perdi algumas fotografias que tirei na lha do Sal, em momentos super fixes como estar a poucos metros de tubarões e de boiar nas Salinas. Não tendo fotografias, fico-me apenas pelas histórias.

- A história dos tubarões: até podem achar que é mentira mas não é. Juro que estive a poucos metros de tubarões e apesar de estar a tremar como varas verdes foi a primeira vez que consegui ver tubarões. Digo a brincar que aqueles eram inofensivos porque conforme a gente se aproxima, eles afastavam-se. Para chegar até eles, temos de calçar umas crocs, entrar dentro de água e ter muito cuidado para não pisar uma família completa de ouriços do mar. Depois, paramos numa zona onde só há areia e à frente de nós começamos a ver umas barbatanas. O bom português quer é começar a tirar fotografias e dizer bem alto "olha aliiii", mas foi-nos dito para evitarmos fazer barulho e não nos mexermos, como é óbvio! Os tubarões não saíam da sua zona e o guia explicou que onde eles estavam a água estava mais quente e onde nós estávamos estava mais fria. Estivemos poucos minutos ali, mas foi uma experiência que guardo com toda a alegria.

- A história das Salinas: por alguma razão se chama Ilha do Sal. A entrada para as Salinas custa 5€ e para além de podermos ver como são, podemos entrar dentro de uma delas e ficar ali a boiar um pouco. A concentração de sal é tanta que assim que entrei dentro de água, boiei. Por mais força que eu fizesse às pernas para tentar por-me de pé, era impossível. Claro que todos os pequeninos cortes que eu tinha, começaram a arder mas assim também ficaram desinfectados. Tinha um colega no grupo que não queria entrar porque não sabia nadar mas lá o convencemos que ali não era preciso mesmo saber nadar e entrou. Deviam ter visto a cara de felicidade dele. Assim que saí da água e o meu corpo começou a secar, o sal agarrou-se à pele e de repente fiquei ainda mais branca mas brilhante. Depois desta experiência eu queria era tomar um duche para tirar todo aquele sal de mim.
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A primeira ilha visitada foi a Ilha do Sal. Uma ilha pequena, com pouca vegetação e terrenos pouco férteis mas nem tudo é castanho nesta ilha e também nem tudo é regime de tudo incluído. A Ilha do Sal tem alguns lugares que eu tive a oportunidade de conhecer que me fascinaram pela sua beleza natural. Outros, pela experiência em si, como estar a poucos metros de tubarões!

Começamos pela Baía da Murdeira, uma reserva natural que é protegida ao máximo devido à preocupação em conservar o seu ecossistema submarinos e protecção do habitat de algumas aves marinhares como guinchos e rabo-de-juncos. Ao longe, temos o Monte do Leão que, a quem lá for, consegue ter uma perspectiva bem diferente da Ilha do Sal. O Monte do Leão é também chamado Monte dos Sportinguistas (e quando isto se soube, ouviu-se automaticamente um "Viv'ó Sporting" com toda a garra pois não é todos os dias que vamos a um destino diferente e vemos um Monte que é uma homenagem a todos os sportinguistas). Na Baía da Murdeira existem poucas casas mas, as que existem custam uma fortuna e todas elas pertencem a estrangeiros e servem para casa de férias mas atenção que aqui é proibido fazer praia por isso, aos que vivem aqui, têm sempre de ir para Santa Maria, por exemplo.


Deixámos uma beleza natural para darmos de caras com a extrema pobreza de Espargos, capital da ilha. Dizem ter quase oito mil habitantes e eu pergunto-me como é que é possível pois aquela zona é pequena! Imagino famílias enormes a viver em cada uma daquelas casas e barracas sem condições. Era Domingo quando fomos a Espargos e à hora em que fomos estavam todos na missa pois não se via praticamente ninguém. Senti-me triste ao passar por aquelas ruas de terra batida. Triste por eles e por nós que temos tudo e ainda assim nos queixamos. Os poucos habitantes que estavam na rua e nos viam passar, abordavam-nos sempre com um "bom dia" sem segundas intenções. Muitos têm o pensamento errado de que não podemos falar com os cabo-verdianos pois eles querem sempre alguma coisa mas não é bem assim. Se não queres, dizes que não queres que não insistem mas se não disseres "bom dia", eles ficam mesmo muito chateados. São um povo tão afável que é impossível não lhes dizer nada.


De Espargos a Palmeira é um instantinho. É em Palmeira que encontramos uma estátua em homenagem a todos os pescadores da Ilha pois o peixe é o principal alimento deles mas naquela hora estava fraca a oferta. É também em Palmeira que volta e meia se via uma bandeira do Benfica. Era justo. Os Sportinguistas têm um Monte com o nome deles, Palmeira tem bandeiras e símbolos do Benfica. No entanto, cheguei à conclusão que a maior parte dos cabo-verdianos são benfiquistas pois para além do "bom dia", muitos acrescentavam também "benfica é campeão!".


Palmeira acaba por ter melhor aspecto do que Espargos, se é que pode ser dito assim. As ruas estão mais organizadas, e vê-se muita arte urbana o que dá muito mais cor à vila. Ponto comum entre Espargos e Palmeira é a existência de algumas casas pintadas com cores mais garridas como verde, rosa e azul dando uma imagem mais alegre às localidades.

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Fui a Cabo Verde em contexto de trabalho e confesso que não era um destino ao qual planeava ir tão cedo. No entanto, eu adorei Cabo Verde. Tive a oportunidade de conhecer a Ilha do Sal e a Ilha da Boavista e foi uma viagem que, trabalho à parte, serviu para me abrir os olhos.

É certo que muitos viajam a Cabo Verde para férias, em regime tudo incluído e passam uma semana inteira enfiados num resort 5* de papo para o ar na praia ou sentados no bar da piscina. Felizmente, o reconhecimento que fizemos às duas ilhas foi bem além disso. Conhecemos zonas maravilhosas mas mais do que isso, tivemos um contacto bastante directo com a pobreza que existe em Cabo Verde.

Bastou-me a primeira visita a Espargos, capital da Ilha do Sal, para chegar à conclusão de que nós, portugueses, somos muito mal agradecidos pelo que temos. Saneamento, água potável, luz, comida. Mas andamos sempre muito mal-humorados, com cara de poucos amigos e quando nos perguntam como estamos respondemos sempre um "ah, vai-se andando" enquanto levantamentos os ombros e começamos a contar a chatice que é o nosso primo estar com uma perna partida.

E se tu, que estás a ler, achas que estás muito mal com a vida e que não mereces as dificuldades por que estás a passar, então eu vou partilhar algumas histórias que trouxe de Cabo Verde e depois diz-me se afinal estás assim tão mal:

- Conheci uma mulher que trabalha como Relações Públicas de uma grande cadeia hoteleira que vive e trabalha na Ilha do Sal e tem com ela uma bebé que amamenta. Na Ilha de S. Vicente, tem mais dois filhos que só vê uma a duas vezes por ano (quando consegue ter férias). A juntar a esta mulher, conheci outras mulheres em situações parecidas. Ou seja, os filhos, quando deixam de precisar do leite da mãe ficam com familiares noutras ilhas enquanto as mães vão para o Sal ou Boavista trabalhar no turismo

- O salário mínimo em Cabo Verde ronda os 120€. Claro que há pessoas que ganham mais dependendo da área e do grau académico. Por acaso vês-te a ganhar 120€ por mês em Portugal? Pagam-te 525€ mas ainda assim queixas-te que é difícil (atenção!, não discordo pois também sou apologista de que o salário mínimo devia ser maior tendo em conta o custo de vida em Portugal, a balança devia estar equilibrada e sei que não está)

- Uma renda de casa, ronda os 200€. A água, não sendo potável, é preciso comprar em formato "barril". Já não me recordo bem qual o valor e qual a quantidade de água, mas lembro-me que era um abuso e que a quantidade não chegaria para dar resposta a uma família de quatro pessoas para uma semana. A luz então, vale ouro. Caramba, se ganham 120€/mês e uma renda de casa são 200€... há algo aqui que não está certo!

Exemplos dados, aquilo que mais me impressionou é que apesar de todas as dificuldades que eles têm, são as pessoas mais felizes que alguma vez conheci. Adultos e crianças! Em Portugal, as pessoas queixam-se disto e daquilo, do braço que dói, da doença do vizinho, dos comprimidos que tomam. Nós temos água potável, temos luz, temos gás, temos pelo menos uma casa e temos em média 2 carros por família. Há pessoas a ganharem o salário mínimo e outras a ganharem o triplo disso. E toda a gente se queixa! Toda a gente, sem excepção, incluindo eu. Mas, esta viagem a Cabo Verde fez-me acalmar os queixumes e perceber que bem vistas as coisas eu não estou mal de todo.

E com isto, ficaram com curiosidade para conhecer as belas praias onde os turistas estão ou a praia onde os cabo-verdianos se juntam todos a um Domingo à tarde para saltar o paredão e divertirem-se?
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Em Setembro do ano passado, ofereci um cruzeiro no Douro à minha mãe como presente do seu 50º aniversário. Era algo que ela queria fazer há muito tempo e achei que seria um bonito presente de filha para mãe.

Escolhi o cruzeiro Régua-Barca d'Alva-Régua pois tinham-me dito que é dos cruzeiros mais bonitos de fazer porque é aqui que conseguem ver o verdadeiro Douro Vinhateiro e toda uma natureza estonteante. Não me enganaram.

O cruzeiro tem início no Cais da Régua bem cedinho mas não se preocupem que é servido um pequeno-almoço a bordo pouco tempo depois de o cruzeiro iniciar a sua viagem. Conforme nos vamos afastando da cidade, a paisagem torna-se cada vez mais bela.

Esta viagem foi feita a 21 de Setembro de 2016 e as vindimas já tinham sido realizadas mas de vez em quando ainda víamos ao longe uma ou outra pessoa a escolher os melhores cachos. Entre os socalcos, mas com pouca frequência, podíamos ver os letreiros das caves Ferreira, Sandeman, entre outras.

Como o cruzeiro é de dia inteiro também tivemos direito a um almoço por volta das 13h e a um lanche por volta das 16h30. O almoço estava saboroso, uma bela de uma carne assada com batata assada e arroz. Do meu lado direito ia uma senhora canadiana e à frente dela ia uma amiga dela portuguesa mas falavam entre elas em inglês. Ambas já tinham feito quatro cruzeiros no Douro, todos eles diferentes e um deles foi um cruzeiro de sete noites da Douro Azul que digo-vos, tive a oportunidade de me cruzar com um e consegui dar uma espreitadela aos quartos que tinham as cortinas puxadas para o lado e, sim senhor, haja luxo!

Subimos três barragens e é das coisas mais engraçadas que fiz porque se havia coisa que me fazia um bocado de confusão era isto. Como é que se sobe a barragem de barco? Afinal é uma coisa tão simples mas tão gira de se fazer. A minha mãe adorou pois também era algo que ela tinha curiosidade em perceber como se fazia. Só sabia dizer "olha filha, já viste? Que engraçado. Ai, que eu nunca pensei que fosse assim. Tão giro!".

O nosso destino final foi Barca d'Alva mesmo já no limite com a fronteira espanhola. Uma pequena aldeia  com um café apenas que vive dos turistas que ali chegam de barco. Aqui o cruzeiro pára dez a quinze minutos para as pessoas saírem do barco e poderem conhecer a aldeia. Para voltarmos à Régua, o cruzeiro volta para trás levando-nos ao Pocinho. No cais há um autocarro que nos espera e nos deixa na estação de comboios.

Ficámos meia hora à espera do comboio, o que deu tempo para poder dar uma volta ali perto. Casas e armazéns abandonados, ninguém passava por ali. Naquela meia-hora só se viam as pessoas que tinham feito o cruzeiro connosco. O cafézinho da estação agradeceu.

A viagem de comboio do Pocinho à Régua é fantástica. Infelizmente a noite começa a cair cedo, mas ainda fizemos grande parte do trajecto ao pôr-do-sol e é lindo vê-lo desta forma, com o Rio Douro ao nosso lado.

Aconselho vivamente a todos a fazerem um cruzeiro no Douro. Seja a dois ou em família é um programa digno de um fim de-semana bem passado.

Informações do cruzeiro
Empresa: Rota do Douro
Preço desta rota: 94€ durante a semana e 104€ ao fim-de-semana
Rota:
07h45 Embarque no Cais da Régua 
            Início do Cruzeiro com destino a Barca D’Alva
            Pequeno – almoço servido a bordo 
            Subida da Barragem de Bagaúste (desnível 27 metros) 
            Subida da Barragem da Valeira (desnível 32 metros) 
            Porto de Honra e almoço servido a bordo 
            Subida da Barragem do Pocinho (desnível 20 metros)
            Lanche servido a bordo 
            Chegada a Barca D’Alva 
            Viagem com destino à Régua de comboio
20h30 Chegada à Régua 
            Fim dos serviços da Rota do Douro
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Todos nós temos aquela viagem do coração, aquela viagem que dizemos ser a viagem de uma vida que até aos 30 ou 40 anos que está na nossa to-do list à espera de ser riscada.

Eu tenho uma certa dificuldade em escolher uma viagem apenas. Talvez aquilo que mais me desafiaria seria pegar numa mochila e arrancar só com bilhete de ida para a Ásia em busca de purificar a alma. Mas pensar em fazer o Transiberiano também faz o meu coração palpitar mais rápido, tal como quando penso em um dia fazer um safari seja no Quénia ou no Bostwana. Não contente só com estes planos, também pondero no quanto seria entusiasmante fazer uma roadtrip pela América do Norte, pela Austrália ou pela Islândia. 

Lá no fundo, quer seja uma viagem curta ou uma viagem mais longa, todas as viagens devem ser a viagem de uma vida porque nos moldam de alguma maneira. Ainda não publiquei no blogue a viagem que fiz a Cabo Verde mas foi, até agora, a viagem que mais me marcou pelo contraste de realidades. Em breve conto-vos tudo.
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Sou a Cátia, tenho 27 anos e vivo na Islândia.

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